Presidente da BRAiN fala sobre desafios da internacionalização na FIEMG

01/Set/2011

A FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – recebeu, nesta quinta-feira, dia 1º de setembro, o diretor presidente da BRAiN – Brasil Investimentos & Negócios, Paulo Oliveira, para uma apresentação sobre as perspectivas do Brasil como polo internacional de investimentos e negócios.

O executivo apresentou o relatório "Atratividade do Brasil como Polo Internacional de Investimentos e Negócios", lançado em junho pela BRAiN e que identifica e avalia sete pilares fundamentais para que o país assuma o papel de centro internacional: (1) ambiente macroeconômico, (2) ambiente institucional, (3) talentos e capital humano, (4) infraestrutura física, (5) infraestrutura financeira, (6) conectividade e (7) imagem do País.

O relatório é uma ferramenta para empresas e entidades estrangeiras que pretendam se estabelecer e se aliançar com parceiros no Brasil. Serve também para identificar e mapear os principais problemas enfrentados por nossas companhias para seu crescimento e expansão internacional. Nesse sentido, o documento apresenta Minas Gerais como um exemplo de Estado que conseguiu agilizar o processo de abertura de empresas. “Por meio da unificação de interação de empresas com órgãos públicos e juntas comerciais, da utilização de canais on line e da integração dos sistemas de informática, não apenas o tempo de abertura de empresas foi reduzido, mas também a segurança sobre a integridade das informações registradas aumentou”, afirma o relatório. O tempo de registro de consulta de autorização de endereço nas prefeituras, por exemplo, diminuiu de 30 dias para apenas 1 dia. 

O Relatório de Atratividade da BRAiN Brasil aborda, ainda, outros aspectos, como, por exemplo, os desafios do País nas áreas de Talentos e Capital Humano. As taxas de matrícula nos ensinos médio e superior, por exemplo, são de 77% e 30%, respectivamente, longe da universalização. Além disso, o ensino de línguas não está alinhado com as necessidades do mercado e há déficit na formação de engenheiros e gestores.

Assessoria de Imprensa da BRAiN

Acesse o relatório Atrarividade do Brasil como Polo de Investimentos e Negócios.


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